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Mecenas e colecionador de arte Airton Queiroz morre aos 70 em Fortaleza

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SILAS MARTÍ

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um dos maiores mecenas e colecionadores de arte do Nordeste, o empresário Airton Queiroz morreu nesta segunda, aos 70, em Fortaleza. Queiroz lutava contra um câncer de pulmão e estava internado havia três meses no hospital Monte Klinikun, na capital cearense. Seu corpo seria cremado nesta manhã em cerimônia fechada para a família.

Dono de uma das maiores coleções de arte moderna e contemporânea do país, com cerca de 700 peças, Queiroz era presidente da Unifor (Fundação Universidade de Fortaleza) e um dos sócios do Grupo Edson Queiroz, conglomerado empresarial que atua nos ramos da comunicação, detentora da concessão da TV Globo no Ceará e do jornal "Diário do Nordeste", além do setor de água mineral, gás natural e eletrodomésticos.

Sua coleção de arte, agora em exibição em Fortaleza no Espaço Cultural Unifor, é um dos acervos da família, que também detém outras 1.600 obras na coleção da Fundação Edson Queiroz. No conjunto, há obras de mestres como Frans Post, Henry Moore, Marc Chagall, Renoir e Matisse, além de nomes de peso da arte brasileira, como Antônio Bandeira e Leonilson.

Tanto Leonilson, que acaba de ter seu catálogo raisonné lançado com patrocínio da fundação de Queiroz, quanto Bandeira, que em breve terá um volume nos mesmos moldes, são alvos de exposições já abertas ou em montagem no Ceará.

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