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José Bonifácio agita 'Novo Mundo' com paixão por Leopoldina

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ISABELA ROSEMBACK

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Até então confortável com sua fiel mulher e suas puladas de cerca, dom Pedro (Caio Castro) terá agora um forte motivo para repensar sua atitude com Leopoldina (Letícia Colin), em “Novo Mundo” (Globo): José Bonifácio (Felipe Camargo), que acaba de entrar na trama, se apaixonará pela princesa.

A aproximação entre o intelectual e a mulher do príncipe será evidente, mas isso não significa que o romance será

consumado, já que José Bonifácio amará em silêncio.

Ainda assim, dom Pedro ficará com a pulga atrás da orelha. “Porque ele é controlador, dominador e também extremamente ciumento, embora tenha todas as amantes do mundo”, analisa Letícia Colin. “É uma relação de posse. Leopoldina é a mãe

dos filhos dele”, completa.

Nos capítulos que estão no ar, José Bonifácio acaba de chegar ao Brasil para apoiar dom Pedro. Experiente e sábio, ele é grande entusiasta da independência do país e será o homem de confiança do príncipe.

Mas sua afinidade com Leopoldina crescerá a cada dia. “Pois as paixões dos dois são as mesmas”, diz Letícia.

Felipe Camargo emenda: “Eles constroem uma relação que acaba sendo um oásis no meio dos casamentos falidos que mantêm. José Bonifácio desenvolve uma paixão profunda, mesmo, por Leopoldina. Não é só atração”.

No caso de seu personagem, o matrimônio foi selado com Narcisa (Márcia Cabrita). “Mas ele é infeliz com ela”, reforça Camargo. Ao lado da princesa, a convivência será mais leve. “Mas ela verá nele um pai, um mentor”, diz Letícia. “E jamais se permitiria se envolver com alguém sendo casada com o príncipe. José Bonifácio

respeitará essa fidelidade dela, também sendo leal à sua mulher”, defende.

Ao príncipe caberá o incômodo. “Dom Pedro sentirá, na verdade, um ciúme do tempo em comum que percebe entre os dois, pois ele mesmo quase não fica no palácio”, explica a atriz. “Ele nunca teria a mesma sintonia intelectual e erudita que o outro tem com Leopoldina. Isso o frustrará. Será um ciúme da afinidade fraternal, dessa cumplicidade”, encerra.

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