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Orçamento de Trump prevê crescimento intenso, mas corta benefícios a pobres

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviará nesta terça (23) um plano de Orçamento de US$ 4,1 trilhões (R$ 13,4 trilhões) para o ano fiscal que se inicia em 1º de outubro.

A proposta de Orçamento do republicano prevê um aumento no crescimento econômico do país e incluiu cortes acentuados em benefícios à população de baixa renda. O objetivo do governo é equilibrar as contas nos próximos dez anos.

Os democratas têm criticado o plano, alegando que a gestão Trump quer promover o tal equilíbrio às custas do extrato mais pobre da população.

De acordo com a proposta, o deficit aumentará neste ano, chegando a US$ 603 bilhões, mas começará a cair até atingir um magro superavit de US$ 16 bilhões em 2027. Porém, segundo economistas consultados pela agência de notícias “AP”, tal meta depende de projeções consideradas indevidamente otimistas, como um crescimento do PIB de 3% ao ano durante a próxima década.

Desde 2001, o governo dos EUA opera em deficit. O último período de superavit ocorreu entre 1998 e 2001, quando o então presidente democrata Bill Clinton costurou um acordo orçamentário com os republicanos do Congresso norte-americano.

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