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Fundador da Gol é condenado a 16 anos de prisão por matar líder comunitário

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O empresário Nenê Constantino de Oliveira, 85, ex-proprietário da Gol Linhas Aéreas, foi condenado na noite desta quinta-feira (11) pela morte do líder comunitário Márcio Brito, em 2001.

De acordo com o TJ-DF (Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios), o empresário foi condenado a 16 anos e seis meses de prisão pelos crimes de homicídio qualificado e corrupção de testemunha. O empresário também terá que pagar multa de R$ 84 mil. Ele respondia em liberdade a acusação.

Além de Constantino, mais quatro réus também foram julgados. O ex-vereador de Amaralina (GO) Vanderlei Batista foi condenado a 13 anos de prisão e João Alcides Miranda a 17 anos e seis meses de detenção pelos mesmos crimes de Constantino.

O ex-empregado de Constantino João Marques foi condenado a 15 anos de prisão apenas pelo crime de homicídio qualificado. Marques seria um dos pistoleiros contratados pelo empresário. Já Victor Foresti, um dos genros do empresário, foi absolvido das acusações. Segundo a Justiça, os condenados poderão recorrer em liberdade.

O julgamento do empresários de dos demais réus começou na última segunda (8) quando foram ouvidas seis testemunhas, das 31 arroladas inicialmente. No segundo dia de julgamento, o juiz ouviu a última testemunha que faltava e, em seguida, começou com o interrogatório dos cinco réus. Já na quarta (10) foi a fase dos debates entre acusação e defesa.

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