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Em nota, PBKids nega racismo e lamenta episódio

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A PBKids, uma das maiores empresas varejista do ramo de brinquedos do país, informou por meio de nota que está apurando o fato relatado pela babá Noelia Vicente dos Santos e que considera o caso "inusitado", descartando qualquer possibilidade de ter havido preconceito racial.

A rede informou que adota políticas afirmativas e, inclusive, comercializa produtos que evocam a diversidade, lamentando "profundamente que a senhora Noelia tenha se sentido constrangida" em uma das lojas.

Na nota, a PBKids declarou que não tolera qualquer tipo de discriminação em suas lojas, "não só racial, mas de gênero, idade, credo e ideias".

"Estimulamos a diversidade no quadro de colaboradores onde mais de 45% são negros ou pardos. Inclusive, o funcionário mencionado no caso é um senhor pardo com 64 anos e há 17 anos trabalhando na PBKids."

RESPEITO

Ainda segundo a nota, "o respeito às pessoas faz parte do nosso DNA e, em mais de 20 anos de existência, não tivemos nenhum caso de discriminação de clientes ou colaboradores na PBKids".

E continua: "Até em nossa linha de produtos defendemos a diversidade racial. Em dezembro passado, lançamos, em parceria com o Baobá — Fundo para Equidade Racial — e a Estrela, a nova coleção exclusiva de bonecas negras Adunni, que em nígero-congolês Yorubá, significa 'a doçura chegou ao lar'".

Por fim, o texto informa que, "de forma alguma", o ocorrido tem relação com preconceito racial, "pois isso é algo que não faz parte da nossa cultura empresarial e dos nossos valores".

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