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Casa Branca atenua declaração de Trump sobre encontrar Kim Jong-un

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Horas após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar em entrevista que poderia vir a se reunir com o ditador norte-coreano, Kim Jong-un, caso as condições fossem adequadas, a Casa Branca esclareceu: no momento, elas não são.

Trump, cuja retórica em relação a Pyongyang tem subido de tom nos últimos dias, afirmou em entrevista ao serviço noticioso Bloomberg que ficaria "honrado" com a reunião se ela fosse adequada.

"Se for apropriado que eu me encontre com ele, eu ficaria honrado em fazê-lo", declarou, acrescentando que "a maioria dos políticos jamais diria tal coisa".

Trump não indicou quais seriam as circunstâncias adequadas a que se referiu. Mas o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, disse mais tarde a jornalistas que as condições para o encontro não estavam dadas.

Entre outras coisas, Spicer afirmou que seria necessário que o regime norte-coreano recuasse em suas provocações a Washington.

Na semana passada, Pyongyang, que hoje tem capacidade nuclear, voltou a realizar testes de mísseis, em um sinal de que poderia atingir o território de aliados americanos. O teste, porém, falhou.

Na semana anterior, o governo dos EUA ordenou o posicionamento de embarcações de guerra, como um submarino nuclear e um porta-aviões, nas imediações da península Coreana.

Desde que tomou posse, em janeiro, Trump afirmou mais de uma vez que a questão norte-americana precisaria ser "resolvida" e que os EUA não hesitariam em fazê-lo caso a China não tomasse medidas de pressão econômica a respeito.

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