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Paola Carosella diz não haver machismo no 'MasterChef'

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BIANCA SOARES

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Com os 21 competidores definidos, o "MasterChef" (Band) começa, de fato, nesta terça (28).

Com alguns episódios já gravados, a jurada Paola Carosella consegue avaliar os novos candidatos, na sua opinião, mais preparados do que os anteriores.

"Não sei como [o participante] vai lidar com a pressão, fazer uma receita que não conhece e atuar fora de sua zona de conforto, mas até aqui experimentei pratos que estão no nível de um bom restaurante", diz.

Para ela, a versão amadora do reality gastronômico tem "outra energia e paixão". "O profissional surpreende mais o público do que a nós, jurados. Talvez porque eles usam técnicas desconhecidas, mas o amador... É outra coisa, é um programa amoroso."

MACHISMO

Conhecida por seu discurso feminista, Paola afirma nunca ter sofrido machismo dentro da cozinha. O comentário não é aleatório: ela se refere ao debate caloroso suscitado pelo "MasterChef Profissionais", exibido até dezembro passado.

Em um dos episódios mais polêmicos da atração, Ivo mandou a colega Dayse varrer o chão. Ela reclamava por não ter recebido nenhuma tarefa na prova de grupos e ficou irritada com a resposta que ouviu.

"Se você entra numa cozinha com preconceito, se você mesma carrega o preconceito, você vai achar esse preconceito porque irá vê-lo em lugares que ele não existe. Aqui, no estúdio, a grande diferença da vida real é que os participantes estão em condições iguais de competição."

Ela defende que "o verdadeiro machismo" acontece quando "homens e mulheres estão socialmente em condições diferentes".

A jurada já havia se manifestado sobre o tema nas redes sociais. Na ocasião, foi duramente criticada por falar de "um blah machista meio tonto na TV".

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