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Melania Trump fecha acordo com jornalista que a acusou de prostituição

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A primeira-dama dos EUA, Melania Trump, fez um acordo nesta terça (7) com um blogueiro que publicou rumores de que ela era prostituta na década de 1990 e repercutiu um boato de que ela teria sofrido um colapso.

As afirmações foram feitas em agosto por Webster Tarpley, opositor ao presidente Donald Trump em agosto. Segundo o advogado de Melania, Charles Harder, ele pagou "uma substancial quantia", que não foi divulgada.

O processo havia sido aceito por um tribunal do Estado de Maryland na semana passada. A ação foi arquivada após um pedido de desculpas do blogueiro, confirmado por Harder e pela defensora de Tarpley, Danielle Giroux.

"Reconheço que estas falsas afirmações são muito daninhas e dolorosas para ela e sua família, e, com isso, eu peço desculpas sinceras à senhora Trump, seu filho, seu marido e seu pais por ter feito estas falsas afirmações.

Além do jornalista, Melania processou o tabloide britânico "Daily Mail", o primeiro a publicar os rumores, e exigiu US$ 150 milhões (R$ 468 milhões) de indenização. Foram apresentadas ações em tribunais dos EUA e de Londres.

No caso do processo americano, o primeiro tribunal em que esteve foi o Maryland, mas o juiz Sharon Burrell, o mesmo que aprovou a ação contra Tarpley, rejeitou a do "Daily Mail" por não fazer parte de sua jurisdição.

O processo, então, foi enviado a tribunais de Nova York. O tabloide chegou a publicar um pedido de desculpas e uma retratação sobre o assunto, mas que não foram aceitos pela defesa da primeira-dama.

Ela argumenta que, como mulher do presidente, "perdeu uma oportunidade única" de lançar linhas de joias, sapatos, acessórios e cosméticos enquanto era "uma das mulheres mais fotografadas do mundo".

A primeira-dama, porém, diz não ter a intenção de tirar proveito de sua posição pública. "Não é uma possibilidade. Quaisquer afirmações contrárias estão sendo mal-interpretadas", disse Melania, em nota.