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Maior parte das nações detentoras de armas nucleares se encontra vulnerável a ataques cibernéticos, aponta ONG

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Teste nuclear feito no estado de Nevada (EUA), em 1957 Fonte: flickr.com/International Campaign to Abolish Nuclear Weapons
Teste nuclear feito no estado de Nevada (EUA), em 1957 Fonte: flickr.com/International Campaign to Abolish Nuclear Weapons

A Nuclear Threat Iniciative (NTI), organização fundada em 2001, analisou a cibersegurança dos principais detentores de armas atômicas e de mais 152 outros países com menor armamento nuclear.

"Aproximadamente a metade dos países avaliados não tem qualquer condição de proteger suas instalações nucleares contra ciberataques. E apenas nove dos 24 países com armas utilizáveis com material nuclear receberam pontuação máxima em segurança cibernética", aponta o documento. Figuram entre os países com nota máxima: Rússia, Estados Unidos, Canadá, Bielorrússia, França e Reino Unido.

De acordo com a ONG, um ataque virtual feito aos sistemas militares de certas nações poderia resultar em consequências trágicas para o mundo inteiro.

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