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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Cerca de 2.000 de pessoas marcharam nesta sexta (27) em protesto contra a morte de um adolescente negro, Liquin McDonald, 17, por um policial branco.
O ato chegou a fechar para tráfego a avenida Michigan, maior via comercial da cidade, em plena Black Friday -dia forte para o comércio americano. Os organizadores pretendiam prejudicar as vendas como forma de protesto.
A morte de McDonald aconteceu em outubro de 2014, mas o caso recrudesceu há três dias, quando um vídeo que mostra o incidente foi divulgado.
Os manifestantes, alguns segurando cartazes onde se lia "Chega de terror policial",
Organizadores afirmam que o protesto, liderado pelo político e ativista e pastor Jesse Jackson e por outros polítocos, foi uma demonstração de indignação pela morte de McDonald e contra o que eles alegam ser um viés racial na polícia americana.
O policial Jason Van Dyke -que matou McDonald com 16 tiros- foi acusado nesta semana de homicídio doloso (quando há a intenção de matar). Seu advogado alega que ele fez os disparos por temer por sua vida e pela de seus companheiros. McDonald estava com uma faca.
"É inacreditável que o policial que matou Laquan McDonald trabalhou e recebeu por mais de um ano", disse James Hilton, 49, que carregava um cartaz onde se lia "13 meses, 16 tiros".
Alguns manifestantes bloquearam entrada de lojas por alguns instantes, mas não houve maiores incidentes no ato.

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