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Palestino mata dois israelenses em ataque a tiros na Cisjordânia

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um atirador palestino abriu fogo nesta sexta-feira (13) na Cisjordânia e matou dois israelenses, pai e filho, que estavam em um carro. Uma terceira pessoa ficou ferida, segundo oficiais de Israel. O caso é o mais recente de uma série de episódios nos últimos dois meses, de ataques de palestinos contra civis e militares israelenses.
O ataque, próximo à cidade de Hebron, matou um homem de 40 anos e um rapaz de 18, segundo informações de Eli Bin, representante do serviço de emergência local.
Um representante do Hospital Soroka, na cidade de Bersheeba, informou que cinco pessoas da mesma família foram trazidas à unidade médica. A mãe tinha ferimentos no peito e nos braços e pernas; um filho levou um tiro na perna e três meninas tinham apenas leves escoriações.
O Exército afirmou que o responsável pelo ataque fugiu e que tropas estão realizando buscas na região. A imprensa israelense veiculou imagens do carro após o ataque e a informação de que sete pessoas estavam no carro, além do tipo de arma usada: um fuzil AK-47.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, expressou condolências à família e prometeu capturar os responsáveis. "Vamos encontrar esses assassinos desprezíveis e levá-los à Justiça, como já fizemos antes", afirmou, em comunicado.
O Hamas, grupo islâmico que governa a faixa de Gaza, elogiou o ataque mas não reivindicou responsabilidade.
Hebron é a maior cidade da Cisjordânia e onde o maior número de ataques aconteceu. Centenas de famílias israelenses vivem em assentamentos fortificados, em enclaves cercados por uma maioria palestina.
O Exército israelense afirma que, no último mês, dezenas de ofensivas na região, incluindo 20 esfaqueamentos, ataques a tiros e a automóveis e outros veículos.
Dois palestinos foram mortos em confrontos com tropas israelenses, uma próxima a Hebron e outra na cidade de Ramallah, de acordo com o porta-voz do ministro da Saúde da Palestina. Um terceiro palestino morreu nesta sexta-feira após contenda com a polícia no dia anterior.
Desde meados de setembro, 14 israelenses foram mortos, principalmente por esfaqueamento. No mesmo período, 81 palestinos morreram. O governo israelense acusa 50 dos 81 palestinos mortos de terem envolvimento com os ataques.

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