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Policiais da UPP prendem Isaías do Borel, um dos chefes do Comando Vermelho

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Policiais da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) do Morro do Borel prenderam na manhã deste sábado (7) o traficante Isaías da Costa Rodrigues, 52.
Preso por 22 anos, Isaías do Borel ganhou liberdade condicional em 2012. Ele foi chefe da facção criminosa Comando Vermelho e era chamado de "presidente" pelos outros membros da organização.
Isaías foi preso junto com outros quatro homens próximo da Praça da Bíblia, no morro do Borel, na Tijuca, zona norte do Rio. Segundo a UPP, eles fariam parte da cúpula do tráfico de drogas da região.
Quando deixou o Presídio de Segurança Máxima de Porto Velho, em Rondônia, em 2012, em liberdade condicional, a Justiça Federal havia determinado que ele ficasse longe da comunidade, localizada na Tijuca, zona norte do Rio.
Os outros presos foram Severino Cícero de Lima, 29, conhecido como Severo; Natanael Ramos de Oliveira Filho, o Nael, 29; e Fernando Maurício Fernandes, o Miro, 40. Um menor também foi detido pelos policiais.
Os homens foram presos durante um patrulhamento. Eles teriam resistido à prisão e chegaram trocar tiros com os policiais, segundo informações da UPP.
Com eles foram apreendidos duas pistolas calibre 40, uma pistola calibre 9mm, oito carregadores, quatro rádios transmissores, além de celulares e anotações da movimentação do tráfico.
PASSADO DE CRIMES
Nos anos 80, Isaías do Borel chegou a ser considerado pela Justiça do Rio como o terceiro homem mais poderoso na hierarquia do tráfico de drogas do Rio.
Ele foi preso em 1990 e condenado a mais de 40 anos de prisão por tráfico de drogas e homicídio.
Em 2006, mesmo preso em Bangu 3, ele foi acusado de ter sido um dos mandantes dos ataques incendiários a ônibus no Rio.
Após o episódio, o então governador Sérgio Cabral pediu sua transferência para o presídio Catanduvas (PR).
Depois de 22 anos preso, dos quais cinco em presídios federais, Isaías conseguiu liberdade condicional na Justiça Federal em 2012.
Na época, uma das alegações do juiz federal Marcelo Meireles Lobão para a concessão da liberdade condicional foi as anotações de "bom comportamento" de Isaías.
O Tribunal de Justiça do Rio chegou a recorrer ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) contra a decisão da 3ª Vara Federal de Rondônia, mas sem sucesso.




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