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Ex-governador democrata desiste de corrida à Casa Branca

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ex-governador de Rhode Island (Estado na região nordeste dos EUA) Lincoln Chafee, 62, anunciou nesta sexta (23) sua desistência de disputar a indicação dos democratas para as eleições de 2016.
É o segundo nome do Partido Democrata a desistir da corrida pela sucessão de Barack Obama nesta semana -na terça (20), o ex-senador pela Virgínia Jim Webb já havia abandonado a disputa.
"Como vocês sabem, tenho feito uma campanha baseada numa plataforma de prosperidade através da paz. Mas, depois de pensar muito, decidi encerrar hoje essa campanha à Presidência", declarou Chafee durante um evento do Comitê Nacional dos Democratas, em Washington.
Segundo o jornal "The New York Times", a campanha de Chafee nunca chegou a decolar -ele mal aparecia nas pesquisas de intenção de voto e tinha dificuldade para receber doações (obteve ao todo cerca de US$ 30 mil).
Além disso, o ex-governador ficou mais conhecido do público por defender a adoção do sistema métrico, em vez do sistema inglês (com polegadas e pés em vez de centímetros e metros, por exemplo) usado tradicionalmente nos EUA.
No debate democrata promovido pela CNN, Chafee questionou a favorita entre os pré-candidatos do partido, a ex-secretária de Estado Hillary Clinton, sobre o voto favorável à Guerra do Iraque quando ela era senadora. Mas o ex-governador teve dificuldades de se impor em meio aos outros postulantes.
SÓ QUATRO NO PÁREO
Com o anúncio de Chafee, o número de pré-candidatos democratas reduziu-se a quatro: além de Hillary, o senador Bernie Sanders, o ex-governador de Maryland Martin O'Malley e o professor de Harvard Lawrence Lessig, fundador do Creative Commons.
Somadas ao anúncio do vice-presidente, Joe Biden, de que não concorrerá à Casa Branca, as desistências fortalecem as chances de que Hillary se torne a candidata do partido do governo.
Nesta quinta (22), a ex-secretária de Estado foi submetida a 11 horas de perguntas pelo comitê da Câmara dos EUA que investiga o ataque ao consulado americano em Benghazi (Líbia).
O atentado, em 2012, matou quase pessoas, incluindo o embaixador americano Christopher Stevens. Questionada agressivamente pelos deputados republicanos, Hillary assumiu a responsabilidade pelo caso, mas negou ter sido insensível ou negligente.

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