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Após atacar caminhão de palestino, israelense é atropelado e morre

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um motorista de caminhão israelense morreu na tarde desta terça-feira (20) após, segundo testemunhas, atacar um caminhão de um palestino e ser atropelado na estrada 60, na Cisjordânia.
A vítima, que tinha 54 anos e morava em um assentamento em Kiryat Arba, na Cisjordânia, foi identificada como Abraham Aser Chasno.
Segundo investigação preliminar, Chasno dirigia pela estrada quando seu caminhão foi alvo de pedradas perto do campo de refugiados palestinos de Al-Fawar, perto de Hebron.
Um fotógrafo da agência Associated Press que testemunhou o incidente disse que o homem saiu do caminhão e começou a bater nos veículos de palestinos com um pedaço de pau semelhante a um bastão de beisebol.
O homem bateu no caminhão do palestino e foi atropelado.
Um oficial das forças de segurança palestinas, relatou, na condição de anonimato, que o motorista do caminhão se entregou e disse que atingiu o israelense acidentalmente, ao tentar desviar do caminho.
Também na Cisjordânia ocupada, na estrada entre Jerusalém e Hebron, dois soldados israelenses ficaram levemente feridos nesta terça ao serem atropelados por um carro, cujo motorista foi morto em seguida.
O atentado aconteceu no local onde soldados israelense fazem um bloqueio perto das colônias de Goush Etzion.
Na Faixa de Gaza, um palestino morreu nesta terça por disparos israelenses.
Ahmed al Serhi, 27, foi morto em confronto com soldados israelenses na zona leste do território, perto da barreira de segurança que cerca a Faixa de Gaza. Outras cinco pessoas ficaram feridas nos confrontos.
Em uma localidade a sudoeste de Hebron, no sul da Cisjordânia, um palestino esfaqueou um soldado israelense e foi morto. O soldado israelense sofreu ferimentos leves.
Até o momento, a onda de violência em Gaza e na Cisjordânia já matou 42 palestinos, oito israelenses e um árabe israelense.
O Exército israelense anunciou nesta terça-feira que destruiu a casa de um palestino de Hebron, sul da Cisjordânia, que matou uma israelense no fim de 2014 em um ataque com faca.
Durante a demolição da casa de Maher al-Hashlamun aconteceram confrontos entre soldados israelenses e dezenas de palestinos, que atiraram pedras, mas não houve feridos, segundo testemunhas.
Na semana passada, o governo israelense ordenou uma intensificação das demolições de casas.
HAMAS
Também nesta terça, de madrugada, soldados israelenses prenderam Hasan Yusef, um dos principais líderes do movimento islamita palestino Hamas na Cisjordânia ocupada.
"Durante a noite, tropas do Exército e do Shin Bet (o serviço de segurança interno israelense) prenderam Hasan Yusef, um líder do Hamas, em Beitunia, ao sudoeste de Ramallah", afirmou comunicado militar.
Os serviços de segurança palestinos confirmaram a detenção.
"Hasan Yusef foi detido e encarcerado várias vezes no passado. Iniciou e incitou ativamente o terrorismo e promoveu publicamente os ataques contra israelenses", completou o comunicado militar.
Hasan Yusef, um dos fundadores do Hamas, passou vários anos nas prisões israelenses e foi libertado pela última vez em junho.
Ele foi eleito em 2006 para o Parlamento palestino, quando estava na prisão. O Hamas afirma que Yusef sempre trabalhou para o braço político do movimento.

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