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Polícia apreende cápsulas de pistola em local de nova chacina na Grande SP

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DIEGO IWATA LIMA, LUDIMILA GONÇALVES, ROGÉRIO PAGNAN E THIAGO AMÂNCIO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A polícia de São Paulo apreendeu cápsulas e projéteis de pistola 380 no local onde quatro adolescentes entre 16 e 18 anos foram mortos a tiros na madrugada deste sábado (19) em Carapicuíba, em nova chacina na Grande São Paulo.
Esse calibre é igual ao de algumas das armas utilizadas nos ataques de 13 de agosto em Osasco e Barueri, que deixaram 19 mortos.
Embora seja um tipo de pistola mais comum do que outros calibres usados no ataque do mês passado, como 9 mm e .45, as cápsulas são importantes para estabelecer eventual ligação entre os crimes. A perícia é capaz, por exemplo, de dizer se foi da mesma arma que os disparos partiram. As pistolas 380 são usadas, por exemplo, por guardas civis.
A polícia disse, porém, que ainda não é possível fazer relação entre os dois ataques.
A nova chacina na Grande São Paulo ocorreu na madrugada deste sábado, por volta das 0h20. As vítimas, que segundo a polícia não tinham antecedentes criminais, foram encontradas de bruços e com as mãos na cabeça.
O crime ocorreu em cidade vizinha a Osasco e Barueri e a cerca de sete quilômetros do bar epicentro da maior chacina do ano em SP - que, mais de um mês depois, ainda não foi esclarecida pelo governo Geraldo Alckmin (PSDB).
Os corpos encontrados em Carapicuíba estavam ao lado de duas motos que, segundo testemunhas, eram usadas pelas vítimas para entrega de pizza na região do crime. Os suspeitos que atacaram estavam em um carro.
Foram mortos no ataque Matheus Moraes dos Santos, 16, Douglas Bastos Vieira, 16, José Carlos Costa do Nascimento , 17, e Carlos Eduardo Montilha de Souza, 18.
Em 2013, uma investigação sobre chacinas ocorridas em Osasco e Carapicuíba encontrou relação entre os responsáveis pelas mortes - incluindo quatro policiais militares.
Em relação ao crime que deixou 19 mortos em agosto, a principal hipótese da investigação é que ele tenha sido uma represália de PMs à morte de um colega dias antes, durante um assalto a um posto de combustível.
Mais de um mês depois, só um soldado da Rota foi preso sob suspeita pela chacina.

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