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Correspondente do "NYT" no Brasil recebe Prêmio Cabot de Jornalismo

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O correspondente do jornal "The New York Times" no Brasil, Simon Romero, foi um dos ganhadores do Prêmio Maria Moors Cabot de Jornalismo, concedido pela Escola de Jornalismo pela Universidade Columbia.
Criada em 1939, esta é a mais antiga premiação internacional aos trabalhos da imprensa. Anualmente, um grupo liderado pelo decano da instituição escolhe os quatro jornalistas mais destacados em diferentes regiões do mundo.
Na América Latina, além de Romero, também receberam o prêmio o apresentador do "Manhattan Connection" do canal Globonews Lucas Mendes, o editor do jornal boliviano "Página Siete" Raúl Peñaranda e o correspondente da agência Associated Press Mark Stevenson.
Romero foi escolhido por sua atuação em 20 anos de reportagens nos países latinos. "Ele demonstra extraordinária profundidade e abrangência em explicar o continente para os leitores", diz a comissão.
"Mas talvez o talento mais atraente de Romero seja retirar situações pequenas e difíceis, geralmente de lugares para onde ninguém viaja, para contar histórias maiores."
A primeira passagem do jornalista pela região começou em 1995, como repórter da agência Bloomberg no Brasil. Em cinco anos, acompanhou o início do Plano Real e a reeleição do presidente Fernando Henrique Cardoso.
Depois de uma passagem pelos Estados Unidos, em 2006 tornou-se correspondente do "New York Times" em Caracas, onde fez reportagens sobre o apogeu do presidente Hugo Chávez e o conflito das Farc na Colômbia.
Romero voltou ao Brasil em 2011 e mora no Rio, junto com a mulher, a brasileira Ana Carolina, e seus dois filhos. Nos quatro anos, presenciou as manifestações de 2013 e os desdobramentos da Operação Lava Jato.

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