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Reaproximação com Cuba é aprovada por 73% nos EUA

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Quase três quartos dos americanos apoiam a retomada das relações diplomáticas com Cuba e o fim do embargo ao país comunista, mostra pesquisa do Centro de Pesquisas Pew divulgada nesta terça-feira (21).
Segundo o levantamento, 73% dos americanos aprovam a reaproximação promovida desde dezembro por Barack Obama e Raúl Castro. A respaldo é dez pontos percentuais maior que o registrado em janeiro.
Um percentual similar, 72%, é a favor do fim da queda das restrições comerciais entre os dois países. Bandeira do regime cubano e defendido pelo Obama, o término do embargo precisa ser oficializado pelo Congresso.
Pela primeira vez, a maioria dos eleitores republicanos também dá apoio à flexibilização das relações (de 40% para 56%) e ao fim do embargo (47% para 59%). A opinião dos votantes contraria a tática dos políticos do partido.
A maioria dos dirigentes republicanos, incluindo candidatos presidenciais, critica a retomada das relações com Cuba e considera que se deve manter a pressão do regime de Raúl Castro para forçar uma transição democrática.
A pesquisa foi feita entre 14 e 20 de julho com 2.002 adultos. A margem de erro calculada neste levantamento é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.
AMÉRICA LATINA
O Centro de Pesquisas Pew fez o mesmo estudo em seis países latino-americanos -Brasil, Argentina, Chile, Peru, Venezuela e México.
No Brasil, 67% dos entrevistados aprovam a retomada das relações com Cuba e 71% o fim do embargo econômico, índices mais baixos que a aprovação nos Estados Unidos. Além do Brasil, só o México tem menor apoio (54%).
A maioria dos brasileiros e mexicanos consultados também têm uma visão negativa da ilha. No caso brasileiro, 70% dos entrevistados dizem não ter confiança no ditador Raúl Castro.
O percentual é três pontos menor que a fatia de venezuelanos que não confia no ditador. Em todos os países, a retomada das relações entre EUA e Cuba tem maior apoio entre os mais ricos.
A pesquisa foi feita com 6.000 pessoas no total, sendo mil de cada um dos seis países, entre 6 de abril e 8 de maio. As contas totais foram feitas levando em consideração a proporção populacional dos países no levantamento.

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