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Filial do EI reivindica ataques contra soldados na península do Sinai

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma série de ataques reivindicada por uma filial da facção radical Estado Islâmico (EI) contra postos do Exército egípcio na península do Sinai deixou pelo menos 50 soldados mortos nesta quarta-feira (1º).
Um atentado com um carro-bomba contra um posto de controle do exército matou pelo menos 15 soldados, segundo a agência France Presse. Outros quatro ataques foram executados simultaneamente contra postos militares na região.
Após os ataques, houve enfrentamentos duradouros entre as forças de segurança e os combatentes no Sinai. A região foi declarada como zona de exclusão militar e entrou em toque de recolher.
A milícia Ansar Beit al-Maqdes (Província do Sinai, em português), filial do EI na região, reivindicou a autoria dos ataques.
A série de atentados ocorre um dia após o presidente egípcio, Abdel Fatah al-Sisi, prometer intensificar o combate a militantes islamitas no país.
A ofensiva no Sinai vem, também, dois dias depois de um atentado a bomba no Cairo matar do promotor-geral do Egito, Hisham Barakat, que liderava processos contra islamitas.
Além disso, na semana passada, o EI convocou seu seguidores a realizar atentados ao longo do mês sagrado do Ramadã.
As forças de segurança no Sinai são alvos frequentes de ataques de grupos radicais desde julho de 2013, quando o Exército destituiu o presidente islamita Mohammed Mursi, o primeiro líder eleito democraticamente no Egito.

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