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​Jornal divulga supostos nomes de médicos do HC indiciados pela PF

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As investigações da Polícia Federal no Hospital de Clínicas continuam e mais médicos podem ser indiciados por receber sem trabalhar - Foto: Divulgação
As investigações da Polícia Federal no Hospital de Clínicas continuam e mais médicos podem ser indiciados por receber sem trabalhar - Foto: Divulgação

Com a quebra do sigilo das investigações sobre os médicos do Hospital de Clínicas (HC) de Curitiba, os nomes dos dez profissionais indiciados pela Polícia Federal (PF) por receber sem trabalhar foram divulgados na edição deste sábado (30) do jornal Gazeta do Povo.

Os médicos foram indiciados tinham índice médio de frequência de 7%, segundo as investigações. Conforme a PF, dentre os dez médicos indiciados há profissionais que nunca foram trabalhar, e professores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) – instituição à qual o HC é ligado.

Os profissionais recebiam salários do governo federal entre R$ 4 mil e R$ 20 mil, mesmo sem exercer as funções há anos, ainda de acordo com as investigações. Os especialistas foram indiciados por estelionato, falsidade ideológica, prevaricação e abandono de função pública. Conforme a Gazeta do Povo, os médicos indiciados são: -Jeronimo Antonio Fortunato Júnior: médico-cirurgião e funcionário do HC desde 1993, com salário de R$ 4 mil. Ele também é presidente do Hospital da Cruz Vermelha do Paraná. -Paulo Tadeu Rodrigues de Almeida: médico clínico geral, que recebe do HC um salário de R$ 5,5. Ele é responsável por bancos de sangue de hospitais particulares.

-Renato Valente de Almeida -Mário Luiz Luvizotto -Jorge Alberto Ledesma -Luiz Pedro Pizzato -Marcelo de Araújo Cosendey -Emerson Luiz Neves -Carlos Edson Sheidemantel -Katia Regina Vieira Fonteles

As investigações da Polícia Federal no Hospital de Clínicas continuam e mais médicos podem ser indiciados por receber sem trabalhar. O HC, que é o maior hospital público do Paraná, atende pacientes de todo o país e o tempo de espera por um exame pode ser de até oito meses.

O presidente da Associação Médica do Paraná, João Carlos Barracho, defendeu as investigações da Polícia Federal. “De maneira alguma, nós consideramos essas situações como situações que não devam ser investigadas. A verdade tem que aparecer de maneira clara e, se houver culpa, que as sanções também aconteçam”, afirmou Barracho ao Paraná TV, que repercutiu na edição deste sábado os nomes citados na Gazeta do Povo. Outro lado A reportagem da Gazeta do Povo não conseguiu contato com a maioria dos profissionais. O médico Paulo Tadeu Rodrigues de Almeida negou ao jornal que tenha sido indiciado. Nesta manhã, o médico Marcelo de Araújo Cosendey entrou em contato com a produção do Paraná TV e disse que o nome dele foi incluído na lista da PF de forma equivocada. Ele ainda afirmou que não faz atendimento a paciente, que trabalha com gestão e administração de saúde e que passou essas informações à Polícia Federal em depoimento.

Confira matéria completa AQUI




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