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​Depois da Nasa, curitibana que saiu da escola pública vai para uma das melhores universidades do mundo

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Para Noemi, muitas vezes nos pegamos nas limitações, mas buscar a excelência é sempre possível - Foto: Divulgação
Para Noemi, muitas vezes nos pegamos nas limitações, mas buscar a excelência é sempre possível - Foto: Divulgação

De uma escola municipal do bairro Cajuru para o mundo. Esta é a história da jovem Noemi Vergopolan Rocha, de 24 anos, que pode ser considerada um exemplo para todos nós. Após estagiar na Agência Espacial Americana (Nasa) em 2013, a engenheira ambiental curitibana se prepara para fazer PhD em Engenharia Civil e Ambiental, com foco em Recursos Hídricos, na Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, uma das dez mais importantes do mundo.

Em entrevista à Banda B nesta sexta-feira (20), Noemi contou que iniciou a vida escolar na Escola Municipal Durival de Britto e Silva e abraçou a oportunidade de chegar mais longe. “Eu entrei no programa Bom Aluno em 2004 e ele dá o auxílio para crianças carentes avançarem nos estudos. Tive reforço em todas as áreas e fiz um curso de inglês até passar no vestibular. Se eu passei na Universidade Federal do Paraná, foi tudo graças ao programa”, comentou.

Ainda em Curitiba, Noemi vem enfrentando uma maratona antes de passar cinco anos nos Estados Unidos. “Estou preparando documentação, me despedindo dos amigos, mas estou bastante animada e só prevejo coisas boa. Tenho certeza que a história não acaba aqui”, disse. Segundo a gerente do Instituto Bom Aluno, Maria Isabel Grassi Dittert, Noemi sempre buscou a excelência nas atividades que realizou e está colhendo os bons resultados. “Essa experiência vai lhe proporcionar acesso a ensino de alto nível”, diz.

Estágio na Nasa

Noemi conta que estava fazendo intercâmbio pelo Ciência sem Fronteiras e teve o currículo aceito. “Todo mundo pensa em foguete, mas eles trabalham muito com satélite e a engenharia ambiental trabalha com isso. Eu pesquisei o impacto do desmatamento nos ciclos de chuva e seca por produto dos satélites, estudo todo voltado para o Brasil”, explicou.

Em Princenton Noemi deve trabalhar na mesma área, só que voltado para todo o mundo.

“É possível”

Para Noemi, muitas vezes nos pegamos nas limitações, mas buscar a excelência é sempre possível. “Ah, a escola é fraca ou nunca vou ter o que a escola particular oferece. Talvez você não tenha, mas precisa tirar o melhor do que tem. Tente retirar o máximo de informações, esse é um passo para chegar mais longe. Estudem, se dediquem e corram atrás dos sonhos”, concluiu.

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