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Após mutirão de limpeza, Colégio de Aplicação da UFRJ retoma aulas

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Colégio de Aplicação da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) retomou nesta sexta-feira (15) as aulas para todas as turmas dos ensinos fundamental e médio, depois de dois dias de paralisação. As informações são da Agência Brasil.
O colégio, assim como outros campus da universidade, sofre com a falta de pagamento a funcionários terceirizados e pôde retomar as atividades após um mutirão de limpeza realizado nos dias 12 e 13 deste mês, com profissionais de outros setores da UFRJ.
Nos últimos dois dias, só os alunos do 3º ano do ensino médio tiveram aulas. Em nota publicada no site, o colégio anuncia que haverá uma nova reunião do Conselho Pedagógico na tarde desta sexta , às 13h30, para avaliar as condições de funcionamento da escola.
Na noite desta quinta (14), cerca de 150 estudantes ocuparam o prédio da reitoria da UFRJ. A ação ocorreu após a interrupção da reunião do Conselho Universitário, que tratava de temas como o atraso no pagamento de funcionários terceirizados e ampliação no número de bolsas auxílio.
As reivindicações do DCE (Diretório Central dos Estudantes) são: a abertura de edital para bolsa auxílio do primeiro e segundo semestre; pagamento imediato dos funcionários terceirizados e a garantia de que os mesmos não sejam demitidos por perseguição política.
LIMPEZA
Segundo a escola, oito trabalhadores foram ao colégio na tarde da última terça (12) e mais oito continuaram o trabalho na manhã do dia 13. Salas de aula e outras áreas coletivas puderam ser limpas, assim como áreas administrativas. Segundo o colégio, ainda falta limpar a biblioteca, que está há duas semanas sem higienização. Em nota, o colégio alerta para a necessidade de normalização do pagamento, para não cair em uma situação de "ajuda emergencial diária".
"Basta um turno sem manutenção permanente da limpeza para que a escola comece a entrar em declínio, como ocorreu recentemente, gerando, em menos de uma semana, a exaustão desses poucos trabalhadores e o colapso de seu funcionamento", diz a nota.
Nas duas primeiras semanas de maio, o colégio funcionou com apenas quatro ou cincos prestadores de serviço de limpeza, em vez de 17. Além dos funcionários da limpeza, o colégio informa que copeiras e vigilantes também não receberam salário neste mês. Os profissionais ganharam apenas vale-transporte e auxílio-alimentação.

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Edhucca

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