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Docentes rejeitam aumento proposto por Haddad, mas descartam greve

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Os professores da rede municipal discordaram de uma proposta de reajuste salarial oferecido pela gestão Fernando Haddad (PT), mas votaram contra o início de uma greve.
A decisão foi tomada em assembleia feita em frente à prefeitura. Após a reunião, os professores vão definir um calendário de manifestações na cidade.
Os professores vinham reivindicando 25% de reajuste. A prefeitura ofereceu 10% de aumento no piso salarial a partir de outubro.
No ano passado, quando houve uma greve de 43 dias, a gestão Haddad ofereceu 15% de abono salarial. Porém, dividido em parcelas a serem pagas em maio de 2015, 2016 e 2017.
A prefeitura prevê a manutenção de parte do reajuste acertado no ano passado - 5,5% previstos para este mês.
Entre os argumentos da prefeitura para oferecer um reajuste aquém do pedido pela categoria está a queda na arrecadação de tributos.
"Mas haverá aumento da arrecadação por causa do PPI (plano de parcelamento de dívidas)", questiona o presidente do Sinpeem (sindicato da categoria), Cláudio Fonseca.
Os professores municipais levaram uma faixa em homenagem a professores do Paraná, que participaram de um protesto por aumento, que acabou em confronto após repressão da Polícia Militar, deixando cerca de cem manifestantes feridos.
Os professores da cidade também declararam apoio aos professores da rede estadual, que estão em greve.

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