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​Professores protestam em frente à Secretaria de Educação do Paraná

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Professores e funcionários das escolas em greve há 13 dias realizam ato em frente à sede da Secretaria de Estado da Educação (Seed), em Curitiba, e dos Núcleos Regionais de Educação, em várias cidades do Paraná, na manhã desta quinta-feira (7). Na quarta (6), a entidade enviou um ofício à nova secretária de Educação, Ana Seres Trento Comin, solicitando uma audiência de negociação para debater a questão da data-base e as punições aos grevistas. A reunião começou às 11h. A Polícia Militar (PM) não soube dizer quantas pessoas participam da manifestação na capital paranaense.

“Tivemos um único encontro com o secretário anterior e foi decepcionante. Ele abriu mão do debate financeiro, não apenas da questão salarial, mas também estrutural, no que tange a recuperação das escolas”, disse Hermes Leão, presidente da APP-Sindicato.

Leão afirmou ainda que, dependendo do resultado da reunião, a categoria convocará nova assembleia para decidir pela continuidade ou não da greve e também criticou o alto número de mudanças na pasta da Educação. “Em cinco anos, é a quarta secretária deste governo. Esperamos que ela tenha um bom mandato. De qualquer forma, é inegável que se trata de uma pessoa que conhece o dia a dia da escola”, completou.

Já a nova secretária disse, em entrevista ao Bom Dia Paraná, que o mais importante em um primeiro momento é a retomada das aulas e a reposição do calendário escolar. Ana Seres também afirmou que agendou uma reunião com os professores para discutir as pendências da categoria. Os professores do estado estão em greve desde o dia 25 de abril. "Nossa prioridade é o retorno das aulas, principalmente para os alunos que estão no Ensino Médio, por causa do vestibular e do Enem", disse. Entre as pautas de discussão, estão o pagamento retroativo da data base de 2014 e o reajuste salarial. "Nós queremos conversar, queremos dialogar e abrir para as negociações". A secretária comentou ainda que, mesmo com a decisão judicial que considerou a greve ilegal, os professores não terão os dias faltados descontados.

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Edhucca

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