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Irã acusa sauditas de ataque perto de sua embaixada no Iêmen

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Nesta segunda-feira (20), o Irã acusou a Arábia Saudita por ataques aéreos à região próxima de sua embaixada em Sanaa, a capital do Iêmen, e convocou o representante diplomático saudita em Teerã para protestar.
Desde 26 de março, uma coalizão liderada pelos sauditas, aliados dos EUA no Oriente Médio, bombardeia posições dos rebeldes houthis no Iêmen -a milícia xiita assumiu o controle de algumas das principais regiões do país, incluindo Sanaa, e fez com que o presidente Abd Rabbo Mansour Hadi se exilasse na Arábia Saudita.
Os iranianos são acusados de dar apoio e armas aos houthis. Teerã nega estar armando a milícia.
Em Jacarta, o chanceler da Indonésia, Retno Marsudi, também condenou os ataques aéreos a Sanaa depois de dois funcionários diplomáticos serem feridos e o prédio da embaixada indonésia, danificado.
Testemunhas disseram à agência Reuters que o mesmo ataque matou três trabalhadores de uma emissora de TV controlada pelo ex-ditador Ali Abdullah Saleh. Forças leais a Saleh estão aliadas aos insurgentes houthis.
A agência estatal iemenita, Saba, controlada pela milícia, afirmou que um bombardeio a uma base de mísseis Scud na capital provocou uma explosão que matou 25 pessoas e feriu cerca de 400.
O número não pôde ser verificado de modo independente, mas fontes médicas informaram à Reuters que houve ao menos 15 mortos e dezenas de feridos.

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