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​"Rico também rouba", diz presidente do MST em ato

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Stédile (à direita) frisou que os casos de corrupção na Petrobras não são novidade - Foto: Andre Naddeo / Terra
Stédile (à direita) frisou que os casos de corrupção na Petrobras não são novidade - Foto: Andre Naddeo / Terra

O Presidente do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), João Stédile, participa na tarde desta sexta-feira (13) de um ato pró-governo, no centro do Rio de Janeiro, e se disse "feliz por essa jornada cívica pelo País". Stédile, no entanto, frisou que está no ato "convocado pelo MST".

Convocado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro), e pelo próprio MST, a manifestação pacífica até o momento reúne mais de mil pessoas na Cinelândia, no centro da capital fluminense - e outras milhares em outras capitais brasileiras. Os protestos não deixam de ser uma espécie de resposta aos movimentos pelo impeachment de Dilma Rousseff, programados para o próximo domingo (15).

Principal personagem do ato, o presidente do MST, que vem ocupando e bloqueando diversas rodovias pelo Brasil, Stédile frisou que os casos de corrupção na Petrobras não são novidade e "quem roubou ter que ir para a cadeia". "Os ricos também roubam", completou, irônico.

Com um carro de som estacionado em frente à Câmara de Vereadores e ao lado do Theatro Municipal, os manifestantes seguirão da Cinelândia diretamente para a avenida Chile, também no centro do Rio, onde prometem abraçar a sede da Petrobras num ato de defesa da estatal petroleira.

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