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Associação de juízes responde a acusações de Cristina

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MARIANA CARNEIRO
BUENOS AIRES, ARGENTINA - A associação de magistrados e promotores da Argentina respondeu, nesta segunda (23), às acusações feitas pela presidente Cristina Kirchner no último sábado (21).
Em carta publicada na internet, Cristina afirmou que a manifestação que reuniu milhares de pessoas em Buenos Aires e em outras cidades do país, no último dia 18, foi o "batismo de fogo" do que chamou de "Partido do Judiciário".
"Definitivamente, está aí o objetivo oculto e implícito da marcha: o 18 de fevereiro não é uma homenagem a um promotor morto, nem sequer um protesto insólito por Justiça, mas sim um batismo de fogo do Partido do Judiciário", escreveu a presidente. "É o Partido do Judiciário, que não disputa eleições e cujos membros não pagam impostos e têm suas funções e prerrogativas por uma vida. Digam-me se não têm vontade de serem juízes?".
As declarações ressoaram entre políticos de oposição e governistas. Nesta segunda (23), a Associação de Magistrados e Funcionários da Justiça Nacional publicou uma nota em que afirma que o Poder Judiciário não é golpista e não forma um partido.
"O único partido a que pertencem os membros do Poder Judiciário é a Constituição", diz a nota. "Os que o acusam agora de partidarização foram os que pretenderam, sem sucesso, partidarizar o Poder Judiciário e a associação".
A nota diz ainda que "as paixões e a irracionalidade do fanatismo devem dar lugar ao diálogo e à concórdia".

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