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Prefeito venezuelano preso pede que se discuta renúncia de Maduro

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SÃO PAULO, SP - Em uma carta que teria enviado da prisão de Ramo Verde, onde está preso desde a quinta-feira passada (19), o prefeito da área metropolitana de Caracas (Venezuela), Antonio Ledezma, 59, pede que se discuta na Mesa da Unidade Democrática (MUD), a coalizão de partidos oposicionistas, a renúncia do presidente Nicolás Maduro.
O prefeito está preso acusado de conspiração contra o governo e de formação de quadrilha.
Em sua carta, divulgada pelo jornal de Caracas "El Nacional", Ledezma afirma que o pedido de renúncia é totalmente "constitucional" e "completamente contrário a um golpe militarista".
No texto, datado de 22 de fevereiro, o prefeito assina como "venezuelaníssimo, democrático e civilista" e pede à MUD que evite divisões na oposição do país.
"Peço aos companheiros e companheiras da Unidade que não permitamos que o regime nos divida. Além da repressão, este é um recurso que resta a essa camarilha corrompida para evitar a derrota que já temem. Se de verdade querem me dar solidariedade e força, sigam consolidando a Unidade crível, coerente e franca, onde sejam reconhecidos todos os líderes que interagimos na MUD", escreveu.
Ledezma pediu ainda que sejam mantidas as manifestações contra o governo de Maduro.
"É preciso continuar lutando nas ruas, civicamente, com a Constituição nas mãos e e com a razão em vista. Porque eles têm armas, e nós as ideias para unir vocês, venezuelanos."

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