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​Paralisação afeta atendimento nas unidades de saúde no Paraná

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A paralisação dos servidores da saúde pública de Curitiba deve comprometer o atendimento a população, principalmente, nas Unidades Básicas de Saúde nesta segunda-feira (2). De acordo com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Curitiba (Sismuc), apenas os atendimentos de urgência e emergência serão assegurados, mantendo-se os 30% mínimos do serviço público.

Segundo a categoria, a paralisação teve início à 0h na troca de escala. A concentração dos trabalhadores foi marcada para em frente à Câmara Municipal, às 8h. Inicialmente, de acordo com o Sismuc, a mobilização é apenas para esta segunda-feira. Contudo, no final do dia, haverá uma assembleia dos trabalhadores para definir se a greve continua.

Entre os motivos para a paralisação estão o déficit de funcionários no setor, o não pagamento de horas-extras e do reajuste salarial concedido em dezembro de 2014. Segundo o Sismuc, a Prefeitura de Curitiba deve 31 mil horas-extras. Ao todo, a saúde pública de Curitiba tem sete mil servidores.

A administração municipal reconhece algumas pendências, entretanto, considera a paralisação “injustificada”. Por meio de nota, a Prefeitura de Curitiba afirma que as horas-extras de 2014 serão pagas no mês de fevereiro. Quanto ao reajuste salarial, a prefeitura diz que pagará em março, retroativo a janeiro e com o valor corrigido pela inflação. O mesmo prazo é dado em relação a algumas promoções de carreira. A prefeitura ainda destaca a realização do concurso público, no sábado (31), com o intuito de contratar servidores para o serviço de urgência e emergência e um novo processo seletivo programado para outro primeiro semestre deste ano.

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