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​Acusado de matar cacique se entrega 12 anos após crime

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Acusado de matar o cacique Marcos Veron, em janeiro de 2003, Nivaldo Alves de Oliveira, 52 anos, denunciado pelo Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul, se apresentou nesta sexta-feira (23), na Procuradoria da República em Dourados, a 214 km de Campo Grande. Cacique Guarany-Kaiwá, Veron morreu no dia 12 de janeiro de 2003, aos 73 anos, depois de ser agredido com socos, pontapés e coronhadas de espingarda na cabeça, na fazenda Brasília do Sul, em Juti, a 302 km de Campo Grande.

Ele teve traumatismo craniano. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Oliveira estava foragido há 12 anos, desde que teve prisão preventiva decretada. Acompanhado do advogado Upiran Gonçalves, Oliveira prestou depoimento no MPF e, por ter ordem de prisão em aberto, foi encaminhado à carceragem da Polícia Federal em Dourados, onde ficará á disposição da Justiça Federal. Ao G1, Upiran disse que Oliveira esteve fora da cidade durante os anos em que ficou foragido.

O advogado afirmou também que Oliveira nega o homicídio. Ele foi denunciado pelo MPF, mas teve o processo desmembrado e suspenso. Agora, após a prisão, o processo poderá voltar a tramitar, segundo o MPF. Caso Veron Indígenas da etnia guarany-kaiwá sofreram ataques nos dias 12 e 13 de janeiro de 2003, enquanto estavam acampados na fazenda Brasília do Sul, em Juti, região sul do estado, segundo o MPF. A área ocupada era reivindicada por eles como Tekohá Takuara.

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