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Projeto de lei de estudante do Paraná pode ser aprovado no Senado

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Maria Cristiane passou uma semana em Brasília acompanhada da professora de sua escola (Foto: Arquivo Pessoal)
Maria Cristiane passou uma semana em Brasília acompanhada da professora de sua escola (Foto: Arquivo Pessoal)

Com 17 anos, a estudante Maria Cristiane Andrade vivencia a expectativa de ter uma proposta de lei, elaborada por ela e mais três jovens da mesma idade, aprovada pelo Senado. Durante uma semana, Maria Cristiane representou o Paraná no projeto Jovem Senador e, além de conhecer o funcionamento da Casa, os trâmites políticos, teve a oportunidade de elaborar uma lei destinada à preservação do meio ambiente. As informações são do G1.

“Foi uma experiência única e que espero que seja concluída com a sanção da proposta pela presidente Dilma”, diz a estudante que é de Campo Mourão, no centro-oeste do estado. Para evitar a utilização exagerada de água, Maria Cristiane e três jovens senadores - do Rio Grande do Sul, Amapá e do Ceará - elaboraram um proposta de lei para financiar construções de reservatórios de água da chuva ou a compra de cisternas.

Se aprovada, os reservatórios devem ser construídos com recursos da União que serão repassados aos governos estaduais, e estes transferirão o dinheiro para entidades dispostas a preservar o meio ambiente. Um convênio realizado pelas três esferas do processo. “Ao aproveitar a água da chuva, por mês, as instituições podem economizar até 60% da água utilizada. Em uma escola, por exemplo, dá para lavar pisos, calçadas, móveis e ainda utilizar nas descargas de banheiros. É uma atitude sustentável e muito barata”, defende a estudante. Junto com os reservatórios, a lei ainda inclui a realização de um novo método para a coleta seletiva, a capacitação de produtores rurais para evitar o desperdício de água e o desenvolvimento das comunidades locais. “Nós fomos divididos em quatro comissões, e cada grupo, composto por quatro pessoas, reuniu, em uma única proposta, as quatro ideias de leis. Após discussões, análises e plenárias chegamos a essa que contempla os interesses de quatro estados”, explica Maria Cristiane. “Foi um grande aprendizado. Aprendemos a negociar, defender as próprias ideias e, em alguns momentos, até a bater o pé para que a redação da preposição fosse aprovada sem mais nenhuma emenda”, acrescenta.


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