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Suspeito de assaltar turistas na Imigrantes confessa crime, diz polícia

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GILMAR ALVES JR.
SANTOS, SP - O ladrão flagrado em imagens captadas por uma emissora de televisão durante uma tentativa de assalto a turistas na rodovia dos Imigrantes, no domingo (4), foi preso pela Polícia Militar na tarde desta quarta-feira (7) e confessou o crime, segundo a polícia. O comparsa dele continua foragido.
A Folha de S.Paulo mostrou hoje que o local onde ocorreu o crime, conhecido como região dos semáforos, em São Vicente (litoral de SP), amanheceu "sitiado" pela Polícia Militar nesta terça (6).
Ednilson Pinheiro Batista, o Tiganá, 36, estava na praça Oswaldo Cruz, em São Vicente, quando foi reconhecido por policiais militares do setor de inteligência.
Segundo o delegado titular do 2º Distrito Policial da cidade, Ruy de Matos Pereira Filho, em interrogatório o homem disse que raspou o cabelo para não ser identificado nas ruas devido à grande repercussão do caso.
Nesta tarde, Tiganá foi apresentado aos meios de comunicação nas dependências da delegacia, mas não quis dar declarações. Com a prisão temporária de 30 dias decretada pela Justiça, ele deve ser encaminhado ainda hoje para a cadeia anexa ao 5º DP de Santos.
O homem, que tem antecedentes criminais e já foi preso por uso de documentos falsos, estava com uma arma de brinquedo no momento do assalto.
A prisão temporária do comparsa dele, Jorge Henrique Dias, o Baganinha, 45, que está foragido, também foi decretada.
O major da Polícia Militar Maurício Vieira Izumi disse que o trecho da rodovia onde ocorreu a tentativa de assalto tinha policiamento adequado. "Ele (Tiganá) foi muito ousado. Ele praticou esse delito a cerca de 200, 300 metros de uma viatura."
O delegado-seccional de Santos, Rony da Silva Oliveira, disse que as imagens do crime foram decisivas para o esclarecimento do caso.
"Com a divulgação, policiais civis e policiais militares sabiam quem procurar. Nós tivemos a felicidade de a imagem ser de uma pessoa conhecida, porque muitas vezes poderia ser um marginal até de outra região e, mesmo com a imagem, a gente não conseguiria identificá-lo."
Oliveira reforçou a recomendação para que as pessoas não reajam a assaltos. "Ali só não aconteceu algo pior porque, segundo o interrogatório, ele portava um simulacro [de arma de fogo]. Nós reiteramos a orientação para que as pessoas não reajam. Isso é importante. (...) É melhor perder um bem patrimonial do que perder a vida ou ficar lesionado gravemente."

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