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Adiados depoimentos sobre morte de ex-ministro do TSE

Da Redação ·
A Justiça do Distrito Federal concedeu habeas corpus e adiou os depoimentos de testemunhas no caso Villela, que aconteceriam esta semana. Os advogados da arquiteta Adriana Villela alegaram que há diversas diligências pendentes no processo e que não tiveram acesso à integralidade da investigação, o que prejudicaria o direito de defesa dela. A arquiteta é suspeita de participação na morte dos pais, Maria e José Guilherme Villela, ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Mais de 45 testemunhas haviam sido intimadas para os depoimentos desta semana. O mérito do habeas corpus ainda será julgado por uma das Turmas Criminais do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Somente depois desse julgamento o Tribunal do Júri poderá marcar datas para novas audiências. A Polícia Civil e o Ministério Público acusam Adriana e mais três comparsas de matar os pais dela para ficar com herança de R$ 100 milhões. Ela nega que tenha participação no crime, que ocorreu em agosto de 2009, em Brasília. A empregada do casal também foi assassinada.
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