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Réveillon: experts dizem o que a boa festa tem de ter

Da Redação ·
"Boa festa não tem de ser cara, mas criativa." Este é apenas um dos mandamentos para quem quer ser um ótimo anfitrião e ainda ficar famoso por isso. O jornal O Estado de S. Paulo ouviu especialistas na arte de receber, que há mais de dez anos estão por trás de pequenas e grandes comemorações na cidade. E reuniu dicas valiosas. "A criatividade tem de começar pela lista de convidados", ensina Silvana Bertolucci, de 38 anos, festeira de mão cheia. Todo ano, ela abre as portas de sua casa, no Jardim Europa, para comemorar seu aniversário, que sempre vira uma grande balada. "Quando decido não fazer nada, os amigos reclamam. E já tive de desligar o som para que os últimos convidados fossem embora", conta. Isso foi às 5 horas - os convidados tinham chegado às 17 horas do dia anterior. A promoter Alicinha Cavalcanti, que há 28 anos organiza eventos para empresas, costuma dizer que Silvana tem um mailing (lista de convidados) melhor do que o seu. Verdade ou não, o fato é que a habilidade de Silvana é tamanha que nem os vizinhos reclamam do barulho. Suas festas costumam ter até shows, depois da 1 hora da manhã. "Preta Gil é uma das minhas favoritas. Ela faz a festa ferver. O Latino também é bom de palco", conta. "Ele foi bombado pela Lucília Diniz, outra grande festeira da cidade." Show, no entanto, não é garantia de sucesso. "Tudo depende do tipo da festa", diz a promoter Fernanda Barbosa, sócia do badalado Bar Número, em São Paulo. "Fundamental é o DJ. Ele é determinante na animação dos convidados, começando com um som mais lounge e crescendo o ritmo noite adentro." Para Claudia Matarazzo, responsável pelo cerimonial do Palácio dos Bandeirantes e escritora de livros sobre comportamento social, o convidado não pode passar calor nem sede, e muito menos sofrer por falta de espaço. "Não é necessário ter cadeiras para todo mundo, apenas um canto mais confortável, onde os mais velhos possam ficar." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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