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Bruno é condenado a 4 anos e 6 meses de prisão

Da Redação ·
 Bruno foi condenado por cárcere privado
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Bruno foi condenado por cárcere privado

O goleiro Bruno Fernandes, que está preso preventivamente em Minas Gerais pelo desaparecimento e suposta morte da ex-amante Eliza Samudio, não é mais réu primário. O juiz Marco Couto, da primeira Vara Criminal de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, condenou nesta segunda-feira (6) o atleta a quatro anos e seis meses de prisão por cárcere privado, lesão corporal e constrangimento ilegal. Os crimes foram cometidos contra Eliza, em outubro do ano passado.
 

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Luiz Henrique Ferreira Romão, amigo de Bruno conhecido como Macarrão, também foi condenado a três anos de reclusão por cárcere privado contra a ex-amante do goleiro. O juiz não concedeu aos réus o direito de recorrer da decisão em liberdade. De acordo com o magistrado, os fatos foram comprovados: Bruno fez sexo de forma irresponsável com Eliza e agiu de forma errada e covarde ao saber da gravidez.
 

Júri popular
 

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O goleiro está apreensivo com a possibilidade de ir a júri popular, segundo informou o advogado do atleta, Cláudio Dalledone, após duas horas de conversa entre os dois nesta segunda-feira (06), na penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A alegação do defensor é que Bruno está com medo de ser prejudicado por causa da atuação de seu antigo advogado, Ércio Quaresma.
 

Diante dessa situação, Dalledone já pediu a anulação do processo sobre a morte de Eliza Samudio alegando que o goleiro ficou indefensável em várias audiências. O pedido foi feito pelo advogado de Bruno em suas alegações finais entregues na última sexta-feira (03), no Fórum de Contagem.
 

Dalledone afirma que Ércio Quaresma dormiu em vários momentos das audiências e prejudicou a defesa de seu cliente. As alegações finais foram entregues à juíza de Contagem, Marixa Rodrigues, que deve decidir ainda esta semana se o goleiro Bruno e outros sete réus no processo irão ou não a júri popular.