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Número de feridos em ataque na Turquia sobe para 32

Da Redação ·
 Policial monta guarda após atentado na região central de Istambul neste domingo (31)
fonte: Murad Sezer/31.10.2010/Reuters
Policial monta guarda após atentado na região central de Istambul neste domingo (31)

Uma explosão no centro da maior cidade da Turquia, Istambul, provocou ferimentos em 32 pessoas neste domingo (31). A polícia local informou que provavelmente a ação se deve a um ato de um homem-bomba.

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O chefe da polícia de Istambul, Huseyin Capkin, disse que o ataque foi feito por alguém do sexo masculino. Nenhuma organização assumiu a responsabilidade até o momento.

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- Foi um atentado suicida, e parece que o homem-bomba explodiu. Parece ser um corpo masculino. Dois dos feridos estão em estado grave.

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Istambul é o centro financeiro e empresarial da Turquia, um país de maioria muçulmana, com 75 milhões de habitantes, e que aspira a se tornar membro da União Europeia.

Istambul tem sido alvo do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), mas o grupo separatista estendeu um cessar-fogo unilateral no mês passado.

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Capkin disse que a explosão tinha como alvo a polícia, mas não estava claro quem estava por trás do ataque. A área na qual ocorreu o ataque é bastante frequentada por turistas, de acordo com o jornal parisiense Le Monde e o nova-iorquino The New York Times.

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A praça é um grande atrativo turístico e centro de transportes, rodeada por restaurantes, lojas e hotéis, e no coração da Istambul moderna. O Monumento da República, que foi construído em 1928 para comemorar a criação da república turca, também fica no local.

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Felizmente no horário do ataque, na manhã deste domingo, o local estava quase vazio, informou o Monde.

Uma das vítimas é um turco de 24 anos que estuda em Paris. O jovem sofreu ferimentos nas pernas.

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Rebeldes do PKK, assim como outros grupos, já detonaram bombas em Istambul. Militantes da rede terrorista Al Qaeda estavam por trás de ataques a bomba em Istambul, em 2003, que mataram 57 pessoas e deixaram centenas de feridos.

Uma unidade especial da polícia foi para a cena do crime, no caso de um segundo dispositivo explosivo ser acionado. A praça Taksim foi fechada.

O governo turco pediu calma em relação ao episódio, de acordo com o jornal Hürriyet. A publicação informou que as autoridades do país investigam a suposta alegação de que o homem, antes de explodir, chegou a dizer que pertencia ao PKK.