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Tufão se aproxima da China e força fechamento de portos

Da Redação ·
 Paramilitares ajudam a retirar moradores enquanto tufão Megi se aproxima da China; portos foram fechados e barcos pesqueiros tiveram que retornar
fonte: Reuters
Paramilitares ajudam a retirar moradores enquanto tufão Megi se aproxima da China; portos foram fechados e barcos pesqueiros tiveram que retornar

Portos e terminais petrolíferos em Hong Kong e no sul da China interromperam as operações nesta quinta-feira (21), forçando navios petroleiros a ancorar a pouca distância da costa para enfrentar Megi, um dos maiores tufões no litoral do sul do país nos últimos anos.

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Cerca 53 mil embarcações pesqueiras tiveram que retornar aos portos. Ao menos 200 mil pessoas foram removidas de áreas baixas na ilha turística de Hainan, vulnerável a fortes inundações, e outras 150 mil da Província costeira de Fujian, informou a agência oficial de notícias Xinhua.

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Autoridades da Marinha dizem que o tufão poderá causar uma imensa e destrutiva onda de tempestades ao longo da região costeira da China. O diretor do Centro de Previsões do Mar do Sul da China, Bai Yiping, da Administração Oceânica Estatal, disse que a força da tormenta pode destruir prédios.

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- A onda de tempestades poderia ser tão devastadora que edifícios, portos, vilas e cidades poderiam ser destruídos.

O tufão Megi matou 19 pessoas nas Filipinas e pode atingir no próximo sábado (23) o leste de Hong Kong, uma das cidades mais populosas da China e um importante centro comercial e financeiro. Lai Tung-kwok, autoridade do setor de segurança, demonstrou preocupação com a previsão.

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- Se formos atingidos diretamente, isso terá um grave impacto sobre Hong Kong.

Os tufões normalmente assolam a Ásia entre maio e setembro, quando as águas do mar estão mais quentes.