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Caso Eliza: Testemunhas serão ouvidas em Vespasiano

Da Redação ·
 Na última audiência, o goleiro passou mal e foi levado a um hospital
fonte: Eugenio Moraes/Jornal Hoje em Dia
Na última audiência, o goleiro passou mal e foi levado a um hospital

Nesta quinta-feira (7), 15 testemunhas vão participar de uma nova audiência no caso Eliza Samudio, em Vespasiano, região metropolitana de Belo Horizonte, a partir das 13h. De acordo com o TJ-MG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais), 14 pessoas vão falar em defesa de Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, e uma em defesa de Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, ex-mulher do goleiro Bruno Fernandes.

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Ela responde por homicídio triplamente qualificado, sequestro e cárcere privado, ocultação de cadáver e corrupção de menor. Já Bola foi denunciado por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. Na quarta-feira (6), foi realizada uma audiência por volta das 10h30, em Ribeirão das Neves, também na região metropolitana de BH. O TJ-MG afirmou que 21 pessoas foram ouvidas, sendo duas de acusação, 16 de defesa e três arroladas em comum.

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Pouco antes da audiência, o goleiro passou mal e precisou ser socorrido. Ele foi levado para um hospital para fazer exames, que mostraram um quadro de sinusite leve. À tarde, retornou para a penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, também na região metropolitana.

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Processo

No dia 30 de junho, a Polícia Civil de Minas indiciou Bruno e outros sete cúmplices do goleiro pela morte de Elisa, mesmo sem a prova material do crime. Dias depois, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais aceitou a denúncia do Ministério Público. Além do goleiro, serão julgados no mesmo processo Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, Sérgio Rosa Sales; Dayanne Souza, Elenilson Vítor da Silva, Flávio Caetano, Wemerson Marques, e Fernanda Gomes de Castro. Todos responderão por homicídio triplamente qualificado, sequestro e cárcere privado, ocultação de cadáver e corrupção de menor.

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Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, é o único que responderá por dois crimes. Bola foi denunciado por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. Todos os acusados negam o crime. As penas podem ultrapassar 30 anos. A pedido do Ministério Público, a Justiça decretou a prisão preventiva de todos os acusados. Com essa medida, eles devem permanecer na cadeia até o fim do julgamento.