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Michel Temer chama de extrema covardia morte de vereadora do Rio

Escrito por FolhaPress
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GUSTAVO URIBE E BRUNO BOGHOSSIAN

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Michel Temer (MDB) chamou nesta quinta-feira (15) de extrema covardia o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), morta na noite desta quarta-feira (14) no Rio de Janeiro.

Em mensagem nas redes sociais, ele se solidarizou com os familiares e amigos da política e afirmou que o crime “não ficará impune”.

A morte da vereadora ocorreu a poucos dias de completar um mês o decreto assinado pelo presidente de intervenção federal no Rio de Janeiro para diminuir os índices de violência. “Lamento esse ato de extrema covardia contra a vereadora Marielle Franco. Solidarizo-me com familiares e amigos, e acompanho a apuração dos fatos para a punição dos autores desse crime”, escreveu.

Em pronunciamento, afirmou que o crime feria a democracia.

"O assassinato da vereadora e de seu motorista é inaceitável e inadmissível, como todos os demais assassinatos que ocorreram no Rio de Janeiro. É um verdadeiro atentado ao Estado de direito e à democracia. No caso, trata-se de um assassinato de uma representante popular".

O presidente informou ainda que pediu ao ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, que coloque a Polícia Federal à disposição do interventor Braga Netto para ajudar na investigação.

A expectativa é de que o governo federal declare luto de três dias pela morte da vereadora, como foi feito pela prefeitura do Rio de Janeiro.

Por causa da morte, o presidente avalia se irá antecipar a sua viagem ao Rio de Janeiro, marcada inicialmente para domingo (18). Ele iria à capital fluminense por conta do aniversário de um mês da intervenção.

Nesta manhã, o presidente reuniu uma equipe de ministros para avaliar providências de emergência que podem ser adotadas. O ministro dos Direitos Humanos, Gustavo Rocha, está se deslocando ao Rio para acompanhar a apuração da morte.

Na reunião, Temer afirmou que a morte da vereadora é "inaceitável", "inadmissível" e um atentado à democracia. Segundo ele, trata-se da execução de uma representante popular "que fazia manifestações e trabalhos para preservar a paz e a tranquilidade no Rio de Janeiro".

"Não destruirão nosso futuro. Nós é que destruiremos o banditismo antes", disse.

Em conversas reservadas, auxiliares e assessores presidenciais reconhecem que a morte da vereadora deve prejudicar a aprovação da medida.

Segundo pesquisa feita pelo governo federal na semana passada, mais de 80% da população do país se declara favorável à intervenção federal.

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