Geral

Belga é julgada por sabotar paraquedas de mulher do amante

Da Redação ·
 Els Clottemans compareceu nesta sexta a um tribunal da cidade de Tongres, acusada de sabotar e matar mulher do amante
fonte: Michel Krakowski/24.09.2010/AFP
Els Clottemans compareceu nesta sexta a um tribunal da cidade de Tongres, acusada de sabotar e matar mulher do amante

Uma jovem professora belga começou a ser julgada nesta sexta-feira (24), acusada de ter matado a mulher de seu amante ao sabotar seu paraquedas.

continua após publicidade

Els Clottemans, de 26 anos, compareceu nesta sexta a um tribunal da cidade de Tongres, nordeste da Bélgica, e seu julgamento deve durar quatro semanas. Ela é acusada de matar Els Van Doren, mulher com quem compartilhava a paixão pelo paraquedismo e pelo mesmo homem, Marcel Somers.

continua após publicidade

Van Doren, mãe de três crianças e paraquedista experiente, faleceu no dia 18 de novembro de 2006, quando seu paraquedas não abriu durante um salto.

continua após publicidade

Investigadores afirmam que os dois paraquedas de Van Doren foram sabotados, e que dois fios foram cortados.

No dia do acidente, 12 paraquedistas embarcaram em um avião para o salto. As duas mulheres e Somers pulariam junto com outro homem, para formar um quadrado no ar. A amante, no entanto, demorou a pular, e os outros três formaram um trio.

continua após publicidade

Quando os eles se separaram e abriram seus paraquedas, o equipamento de Van Doren falhou e ela caiu para a morte em um jardim.

continua após publicidade

Belga e amante teriam expulsado mulher do quarto

continua após publicidade

A polícia prendeu a amante pouco depois, em janeiro de 2007, afirmando que ela esteve com Somers uma semana antes do acidente, quando a mulher Van Doren também estava na casa.

Segundo os investigadores, Somers passou a noite com a amante, expulsando a mulher de seu quarto e obrigando-a a dormir em um colchão na sala.

A amante nega todas as acusações, e alega que os investigadores foram influenciados pelo fato de acreditarem que ela agiu por ciúmes. Clottemans afirma que não há provas de seu envolvimento na morte de Van Doren, assim como testemunhas ou uma confissão.

Copyright AFP - Todos os direitos de reprodução e representação reservados