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Líderes do Khmer Vermelho são indiciados por genocídio

Da Redação ·
  Ieng Sary, ex-ministro das Relações Exteriores do Khmer Vermelho
fonte: AFP
Ieng Sary, ex-ministro das Relações Exteriores do Khmer Vermelho

O tribunal para o Camboja respaldado pela Organização das Nações Unidas (ONU) acusou hoje quatro ex-líderes do Khmer Vermelho por genocídio, crimes de guerra e contra a humanidade. Entre os acusados está o mais importante membro do grupo ainda vivo.

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A corte decidiu enviar os quatro acusados para julgamento, segundo o juiz You Bunleng. Entre as acusações há casos de homicídio, estupro e tortura. Nuon Chea, de 84 anos, que era conhecido como "Irmão Número Dois" e atuou como vice do fundador do Khmer Vermelho Pol Pot, deve ser julgado em 2011.

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Também serão julgados no mesmo ano o ex-ministro das Relações Exteriores Ieng Sary, a mulher do ex-ministro e ex-ministra da Assistência Social Ieng Thirith, e o ex-chefe de Estado Khieu Samphan.

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O juiz internacional Marcel Lemonde disse que a investigação do caso, a segunda do tribunal após a sentença, em julho, a 30 anos de prisão para o ex-chefe das prisões do Khmer Vermelho, conhecido apenas como Duch, demoraram porque os casos são complexos. As informações são da Dow Jones.