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Tropas do Brasil, Peru e Colômbia treinam na Amazônia com apoio dos EUA

Da Redação ·
Tropas do Brasil, Peru e Colômbia treinam na Amazônia com apoio dos EUA - Foto - Divulgação Exército Brasileiro
Tropas do Brasil, Peru e Colômbia treinam na Amazônia com apoio dos EUA - Foto - Divulgação Exército Brasileiro

Tropas do Brasil, Peru e Colômbia iniciaram uma operação de treinamento conjunto para atuar em emergências humanitárias na cidade brasileira de Tabatinga, no Estado do Amazonas, nesta segunda-feira (6). A ação conta com o apoio dos Estados Unidos.

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Conforme o Ministério da Defesa do Brasil, este é um ótimo exercício logístico "sem precedentes na América do Sul", que acontecerá até 13 de novembro na tríplice fronteira  entre o Brasil, a Colômbia e o Peru.

Estes exercícios, denominados AmazonLog17, terão a participação de 1.940 soldados, dos quais 1.550 são brasileiros e "observadores militares de nações amigas", de acordo com o ministério.

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A Colômbia envia 150 militares, o Peru outros 120 e os EUA cerca de trinta soldados, enquanto países como Rússia, Canadá, Venezuela, França, Reino Unido e Japão terão menos de dez representantes cada.

A maioria dos exercícios envolvem transporte, logística, manutenção, evacuação e engenharia em caso de catástrofes. Durante o treinamento serão realizadas simulações relacionadas aos sistemas de ferimento e evacuação da área.

O centro de operações será a Base Integrada de Logística Multinacional, a partir da qual serão coordenados os Problemas Militares Simultâneos e as ações com tropas e meios, que constituem a dinâmica de execução do exercício multinacional.

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Além dos exercícios militares, haverá também uma ação cívico-social para beneficiar a população local, além de visitas médicas e dentárias fornecidas pelo Hospital da Campanha.

E não é só: de acordo com o Exército brasileiro, o evento deixará um legado nesta pequena cidade de 20 mil habitantes localizada no meio da Amazônia.

Em face do evento, uma parte da rede elétrica foi melhorada e a área onde os exercícios estão centralizados pode se tornar um parque público no futuro.

As informações são da Agência de Notícias Sputnik