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Presidente da Colômbia chega ao Brasil em visita oficial

Da Redação ·
 Juan Manuel Santos chegou à Brasília no fim da noite desta terça-feira (31), acompanhado da ministra das Relações Exteriores, María Angela Holguín
fonte: Divulgação/Presidência
Juan Manuel Santos chegou à Brasília no fim da noite desta terça-feira (31), acompanhado da ministra das Relações Exteriores, María Angela Holguín

Menos de um mês após sua posse como presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos inicia nesta quarta-feira (1º) sua primeira viagem oficial ao exterior. O novo mandatário já está no Brasil, onde será recebido pelos chefes dos três poderes, em Brasília.

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Santos será recebido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto. Depois, ele almoçará no Itamaraty. Pela tarde, seguirá ao Congresso, onde encontrará o presidente do Senado, José Sarney, antes de ir ao STF (Supremo Tribunal Federal).

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Santos vem acompanhado da ministra das Relações Exteriores, María Angela Holguín, e do ministro do Comércio, Indústria e Turismo, Sergio Díaz-Granados. O objetivo da visita é reforçar os laços comerciais e políticos com o Brasil, a maior economia da região, com quem a Colômbia tem tradicionalmente um relacionamento distante, embora amistoso.

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Nesta quinta-feira (2), Santos vem a São Paulo, onde encontrará empresários. Também está previsto um encontro do mandatário com os candidatos à Presidência José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT).

Linha-dura, Santos virou conciliador

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Ex-ministro da Defesa do popular ex-presidente Álvaro Uribe, Santos foi tomou posse no último dia 7 de agosto. Apesar do antigo estilo linha-dura, o novo mandatário deu mostras de conciliação nos seus primeiros dias de governo.

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Santos restabeleceu as relações com a Venezuela de Hugo Chávez, cortadas na última semana do governo Uribe, após a Colômbia acusar o país vizinho de acobertar as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).

Apesar da boa vontade com Chávez, Santos continua mantendo uma postura firme em relação à guerrilha, que se mostrou aberta ao diálogo com o novo governo.

O presidente disse que só negocia com as Farc, agora fragilizadas, quando o grupo libertar todos os seus reféns. Santos é considerado um dos responsáveis pela política de repressão que sufocou a guerrilha no governo Uribe.