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Avó de Bruno vai a penitenciária para visitar o neto

Da Redação ·
 Goleio Bruno
fonte: Arquivo
Goleio Bruno

A avó do goleiro Bruno de Souza foi ao Complexo Penitenciário Nelson Hungria, em Contagem (MG), para visitar o neto. Estela de Souza, de 78 anos, chegou acompanhada de um homem e duas mulheres, por volta das 13h20 deste domingo (1º).

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É que segunda vez que Estela visita o neto no presídio. Ela já esteve no local em 27 de julho. A primeira visita só foi autorizada pelo subsecretário de administração prisional, Genilson Ribeiro Zeferino, por causa da idade avançada dela - 78 anos.

O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos (conhecido como Bola) e Luiz Henrique Ferreira Romão (Macarrão) também receberam visitas.

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Macarrão se encontrou com o avô. Eles conversaram acompanhados de funcionários do presídio e o avô já deixou o local. O avô afirmou que Bruno estaria passando mal e teria sofrido desmaios. A assessoria de imprensa da Secretaria de Defesa Social informou que não tem registros de atendimento médico ao jogador nos últimos dias.

O ex-policial Bola se encontrou com o filho.

Bruno, Macarrão e Bola estão presos por suspeita de envolvimento no desaparecimento e suposta morte de Eliza Samudio. Além deles, estão presos na mesma penitenciária outros três suspeitos no mesmo caso. São eles: Wemerson Marques de Souza (Coxinha), Flávio Caetano de Araújo e Elenilson Vitor da Silva.

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Visitas
A visitação normal dos presos por suspeita de envolvimento no sumiço e suposta morte de Eliza começa no próximo fim de semana. Mas a Seds concedeu autorização para que todos recebam visitas assistidas (com a companhia de funcionários no presídio) neste domingo. De acordo com a assessoria de imprensa, esse é um procedimento padrão do sistema penitenciário de Minas.

Somente pessoas cadastradas podem visitar os presos, das 8h às 17h. No máximo, duas pessoas podem permanecer na unidade. O entendimento de quem entra deve ser um consenso entre os próprios familiares.

Ainda de acordo a Seds, estão cadastrados para visitar Macarrão o pai, a mãe, um avô e uma tia. Bola que, segundo a Polícia Civil, executou Eliza Samudio, poderá receber a esposa, o irmão e os três filhos.

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Inquérito
A polícia mineira começou a investigar o desaparecimento de Eliza Samudio no fim de junho, depois de receber denúncias de que a jovem foi agredida e morta perto do sítio do goleiro Bruno, em Esmeraldas (MG).

Nascida em Foz do Iguaçu (PR), Eliza se mudou para São Paulo e posteriormente para o Rio. Em 2009, teve um relacionamento com o goleiro Bruno, então jogador do Flamengo. Ela brigava, na Justiça, pelo reconhecimento da paternidade do filho de 5 meses, que seria do jogador. A criança está, agora, com a mãe de Eliza, em Mato Grosso do Sul.

O inquérito sobre o caso Eliza foi encerrado na última quinta-feira (29) e entregue à Justiça na sexta (30). Mesmo sem a polícia ter encontrado vestígios do corpo da jovem, nove pessoas foram indiciadas por suspeita de envolvimento na morte da jovem. Todos negam participação no crime.