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Sarkozy confirma que Al Qaeda matou refém

Da Redação ·
 Imagem de mostra o engenheiro francês Michel Germaneau; Sarkozy confirmou nesta segunda que Al Qaeda no Magrebe Islâmico (AQMI) matou refém
fonte: Foto AFP/Enminal/Mairie de Marcoussis
Imagem de mostra o engenheiro francês Michel Germaneau; Sarkozy confirmou nesta segunda que Al Qaeda no Magrebe Islâmico (AQMI) matou refém

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, confirmou nesta segunda-feira (26) o assassinato do engenheiro francês Michel Germaneau, sequestrado há três meses no Níger pelo grupo terrorista Al Qaeda no Magrebe Islâmico (AQMI).

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O líder francês - que classificou o assassinato de Germaneau, de 78 anos, de "bárbaro e odioso" - confirmou a morte do refém ao término da reunião do Conselho Restrito de Segurança e Defesa, convocado para analisar o caso.

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Após o encontro, Sarkozy lamentou o assassinato do engenheiro francês.

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- Germaneau foi assassinado pessoas que não têm nenhum respeito pela vida.

A confirmação da morte do refém francês ocorre um dia depois de a organização terrorista anunciar, em vídeo divulgado pela emissora Al Jazeera, que o havia executado.

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Esta é a segunda vez que a AQMI executa um de seus reféns. Em junho de 2009, a organização matou o britânico Edwin Dyer, depois que o governo do Reino Unido rejeitou negociar com os terroristas.

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O Ministério da Defesa da França admitiu ter participado na última semana de duas operações militares do Exército da Mauritânia contra a AQMI. Segundo a imprensa francesa, o objetivo da ação era justamente libertar o engenheiro sequestrado.

Fontes militares da Mauritânia disseram, no entanto, que a operação tinha fracassado após não conseguirem encontrar o local onde o refém era supostamente mantido.

A AQMI, braço da Al Qaeda no norte da África, ainda mantém em cativeiro os voluntários espanhóis Albert Vilalta e Roque Pascual, que foram sequestrados em 29 de novembro de 2009.