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​Apaixonada, funcionária concorda com fuga de presos nos EUA

Da Redação ·
Fotos da polícia de Nova York mostram as tatuagens de dois presos que fugiram de uma prisão localizada no norte do estado norte-americano Foto: New York State Police/handout / Reuters
Fotos da polícia de Nova York mostram as tatuagens de dois presos que fugiram de uma prisão localizada no norte do estado norte-americano Foto: New York State Police/handout / Reuters

A funcionária de uma prisão que está sendo interrogada pela polícia, que está à procura de dois fugitivos de uma penitenciária do norte do Estado norte-americano de Nova York, acreditava ter um relacionamento romântico com um deles e planejou dirigir o carro de sua fuga, relatou a rede de televisão NBC News nesta quinta-feira.

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No final das contas, Joyce Mitchell, supervisora de treinamento industrial da alfaiataria da prisão Clinton Correctional Facility de Dannemora, teve medo e se internou em um hospital com uma crise de nervos no sábado, dia em que se descobriu a ausência dos prisioneiros, afirmou a NBC, citando autoridades não identificadas do alto escalão do governo.

O detento mais velho, o assassino condenado Richard Matt, de 48 anos, que tem um histórico de tentativas de fuga, seduziu Joyce durante meses e criou um relacionamento durante o qual ela concordou em conduzir o carro em que escapariam, diz a reportagem.

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“Ela achava que era amor”, declarou uma das autoridades à NBC News.

Joyce é casada e tem um filho adulto, que disse que sua mãe jamais ajudaria um prisioneiro a fugir.

Matt e David Sweat, de 34 anos, ambos condenados por assassinato, ainda estavam à solta nesta quinta-feira depois de fugirem da prisão de segurança máxima usando canos subterrâneos e saindo por um bueiro.

Mas de 450 agentes da lei estaduais, federais e locais estão envolvidos no sexto dia de buscas pelo Estado de Vermont e podem chegar à Filadélfia, onde os fugitivos podem ter sido vistos.