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Reunião com governo termina sem acordo e professores mantêm greve 

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Reunião com governo termina sem acordo e professores mantêm greve 
Autor Reunião dos professores nesta terça-feira em Curitiba (Foto: APP-Sindicato) - Foto: Reprodução

Terminou sem acordo nesta terça-feira (12), em Curitiba, a reunião entre representantes do Fórum das Entidades Sindicais do Paraná e da Secretaria de Administração e Previdência do Paraná, realizada para negociar o fim da greve dos professores.  Com isso, quase um milhão de estudantes continuarão sem aulas no Paraná por tempo indeterminado. O  Fórum das Entidades Sindicais do Paraná, que representa todo o funcionalismo estadual, ameaçou, no final da reunião, iniciar uma greve geral do funcionalismo no Paraná.

A intenção da administração estadual é realizar um novo encontro no dia 19 de maio, próxima terça-feira. No entanto, o Fórum dos Servidores Estaduais (FES) informou que só vai comparecer ao encontro se o governo apresentar uma proposta de reajuste antes de sua realização. A entidade quer um número até esta quinta-feira (14). “Não tem mais reunião. Queremos um índice e pronto”, disse Marlei Fernandes, diretora de Finanças da APP-Sindicato e representante do fórum.

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Além de discussões sobre a previdência, os profissionais da educação querem que o governo avance nas negociações sobre o piso salarial e a data-base. Eles exigem ainda a punição dos responsáveis pelo confronto do dia 29 de abril.

Segundo a diretora da APP-Sindicato, dependendo das propostas oferecidas pelo governo, os professores iriam marcar uma assembleia para discutir o fim da paralisação. Como não houve acordo, a assembleia e o fim da paralisação na rede estadual continuam sem data definida.

Por conta disso, um milhão de alunos matriculados na rede estadual estão sem aula desde o dia 27 de abril. Antes da reunião, cerca de mil pessoas fizeram vários atos públicos em frente ao Palácio das Araucárias, onde foi realizado o encontro.

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A categoria deflagrou greve em protesto contra o projeto de lei que alterou a gestão de recursos da previdência estadual.

O texto, que foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Paraná e sancionado pelo governador Beto Richa (PSDB), motivou um protesto realizado no dia 29 de abril. Na ocasião, houve confronto entre os policiais militares e os manifestantes. A Praça Nossa Senhora de Salete, em frente às sedes dos Três Poderes do Paraná, se transformou em uma praça de guerra, com bombas, balas de borracha. Mais de 200 pessoas ficaram feridas.  (Com informações do G1 Paraná e Gazeta do Povo)

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