Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Professores de SP decidem manter greve em nova assembleia

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Os professores da rede estadual decidiram em assembleia, realizada no vão-livre do Masp, no centro de São Paulo, nesta sexta-feira (8) manter a greve que já dura 54 dias.
Os manifestantes seguem agora em passeata pela marginal Pinheiros. O trajeto prevê passar pela avenida Rebouças.
Segundo a Apeoesp (sindicato dos professores), o protesto reúne cerca de 50 mil pessoas. A estimativa da Policia Militar, entretanto, era de apenas 1.000 docentes estavam no local.
Os grevistas pedem reajuste salarial de 75,33%. É o percentual que o sindicato diz ser necessário para equiparar o salário do docente ao dos demais profissionais com formação semelhante.
O governo afirma não ser o momento de discutir reajuste. Nesta semana, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse que, quando o último aumento completar um ano, em julho, discutirá novo reajuste.
"Se o governo puder, quer dar o máximo. Agora, não tem como dar reajuste de oito em oito meses." Para ele, a greve "não tem adesão".
As partes apresentam dados diferentes sobre a adesão à greve. O governo estadual diz que não passa de 5%. O sindicato fala em 50%.
Levantamento da reportagem com as 15 maiores escolas da capital nesta semana encontrou adesão de 15% dos docentes.
Na quinta-feira (7), a reunião de conciliação entre o governo estadual e Apeoesp (sindicato dos professores do Estado) terminou sem acordo.
A reunião foi convocada pelo Tribunal de Justiça, a pedido da Apeoesp. Como não houve acordo, agora será aberto processo judicial para o caso.
A Justiça determinou, liminarmente, que o governo não desconte os dias parados dos grevistas. O entendimento é que a Constituição protege o direito à greve.
O governo do Estado ainda pode recorrer da decisão.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV