Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

​PM e ex-PM são presos sob suspeita de matarem integrantes da Pavilhão 9

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

​PM e ex-PM são presos sob suspeita de matarem integrantes da Pavilhão 9
Autor De acordo com o relato de dois dos cinco sobreviventes da chacina, os criminosos teriam se identificado como "polícia" no momento em que chegaram à quadra, por volta das 23h - Foto: Reprodução

Um policial militar e um ex-PM foram presos na manhã desta quinta-feira (7) em Carapicuíba, Grande São Paulo, sob suspeita de participação na chacina na sede da torcida Pavilhão Nove, do Corinthians, na Zona Norte da capital paulista, segundo informou o Bom Dia São Paulo. Oito pessoas foram assassinadas no último dia 18. Segundo o DHPP, a chacina ocorreu por dívidas de drogas. Um dos oito assassinados devia dinheiro para o ex-PM Rodinei Silva, que já tinha passagem pela polícia por tráfico de drogas.

O nome do policial não foi divulgado. O PM e o ex-PM tiveram a prisão temporária decretada (15 dias, renováveis por mais 15) e foram levados para a sede do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Há mais mandados de prisão contra outros suspeitos, inclusive policiais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

De acordo com o relato de dois dos cinco sobreviventes da chacina, os criminosos teriam se identificado como "polícia" no momento em que chegaram à quadra, por volta das 23h. Os criminosos estavam com o rosto descoberto. Em seguida, mandaram oito torcedores se ajoelhar e atiraram nas cabeças deles.

A Polícia chegou a informar que a ordem para executar os oito torcedores do Corinthians partiu de uma facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios. O Ministério Público (MP) de São Paulo acompanha a investigação policial sobre a chacina. No último dia 22, o procurador-geral de Justiça, Márcio Fernando Elias Rosa, determinou que os promotores do 5º Tribunal do Júri acompanhem os trabalhos da Polícia Civil para esclarecer o crime ocorrido no sábado (18).

A Promotoria poderá ter acesso ao inquérito do DHPP. Mas somente após sua conclusão do crime por parte da polícia é que um dos promotores será designado para apurar o caso na esfera judicial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV