Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

GCM diz que não permitirá barracas na cracolândia; viciados voltam a Dino Bueno

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

FELIPE SOUZA
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Dez horas após um caminhão pipa da Prefeitura de São Paulo lavar e retirar caminhões de lixo da região da cracolândia, no centro de São Paulo, a alameda Dino Bueno já foi reocupada por cerca de 200 usuários de drogas no início da manhã desta quinta-feira (30).
Fumando crack, gritando e andando sem rumo, eles retomam a rotina conhecida na região antes das confusões com a prefeitura e Estado nesta quarta (29).
A Folha presenciou dezenas de usuários usando e comprando drogas na alameda Dino Bueno minutos antes do tumulto que provocou corre-correr e deixou duas pessoas feridas.
O comandante-geral da GCM (Guarda Civil Metropolitana), Gilson Menezes, disse que os usuários podem o ocupar a via, mas não permitirá que sejam construídas novas barracas na região.
"Não existem mais barracas de grande porte aqui que eram utilizadas para o tráfico de drogas mais velado. Agora, acabamos com isso e começamos a reorganizar o espaço", disse.
Desde o início da manhã, há uma grande concentração de GCMs na região. "Nós aumentamos o efetivo aqui na região, estamos com mais de 250 homens e mulheres atuando no território", diz o comandante da GCM.
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), disse nesta quarta que contava com a ajuda da Polícia Militar para evitar que as barracas voltassem a ser construídas.
Horas depois, no entanto, o secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, disse que conversou com o prefeito, mas que este é um problema social, não de segurança. Nesta quinta não há policiais militares na região da cracolândia.
Durante a visita de Haddad ao local nesta quarta, alguns dependentes que participam do programa "De Braços Abertos" protestaram por causas de mudanças no programa. Eles são contrários a remoção para outros hotéis.
O presidente do Conseg Santa Cecília, Fabio Fortes, disse que o programa não funciona na região e que a ação desta quarta foi um desastre.
"A degradação humana e urbana instalada nos Campos Elíseos demonstra a falta de integração das autoridades que disputam programas ineficazes na região. É um absurdo o secretário [da Segurança Pública] ainda dizer que não sabia da operação desastrosa que aconteceu", afirmou.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV