Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Nível do sistema Alto Tietê cai após cinco dias seguidos estável

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Com a falta de chuva nas cabeceiras dos reservatórios, os níveis dos sistemas Alto Tietê, Guarapiranga e Alto de Cotia registraram queda de acordo com o balanço da Sabesp divulgado nesta quarta-feira (29).
O Cantareira, principal sistema de abastecimento da região metropolitana de São Paulo, opera com 15,5% de sua capacidade pelo nono dia consecutivo. O único reservatório a ampliar o seu armazenamento de água foi o de Rio Claro, que avançou 0,2 ponto percentual.
O Cantareira abastece 5,3 milhões de pessoas na zona norte e partes das zonas leste, oeste, central e sul da capital paulista -eram cerca de 9 milhões antes da crise da água. Essa diferença passou a ser atendida por outros sistemas.
A escassez de água levou o governo Alckmin (PSDB) a antecipar a programação de obras previstas para 2035. A prioridade é construir adutoras que levem água a áreas atendidas pelo Cantareira, o maior sistema da Grande SP, que está em situação crítica desde 2014.
O percentual usado agora tem como base a quantidade de água naquele dia e a capacidade total do reservatório, de 1,3 trilhão de litros e que inclui o volume útil (acima dos níveis de captação) e as duas cotas do volume morto (reserva do fundo das represas, captadas com o auxílio de bombas). Até então, o índice considerava o volume morto apenas na quantidade disponível, e não na capacidade total -sem ele, o sistema tem capacidade de 1 trilhão de litros de água.
arte
Após o Ministério Público pedir que a Sabesp alterasse a forma de divulgação diária do volume disponível do Cantareira, a Justiça determinou em caráter limitar que a estatal informe o "volume negativo", que é a diferença entre o volume útil e a água disponível. O "volume negativo" ficou em -9,3% nesta quarta.
A Sabesp pediu à Arsesp, órgão de regulação estadual, um reajuste de 22,7% na conta de água. O percentual é maior do que a inflação e do que os 13,8% já autorizados pela agência reguladora. Segundo a empresa do governo Alckmin (PSDB), essa alta serviria para contornar os gastos extras com a atual crise hídrica no Estado de São Paulo.
OUTROS RESERVATÓRIOS
Outro sistema em que o nível permaneceu estável em relação a medição anterior foi o de Rio Grande. O reservatório, que atende a 1,5 milhão de pessoas, opera com 95,6% de capacidade.
Os níveis dos sistemas Alto Tietê e Guarapiranga recuaram 0,1 ponto percentual cada um. Já o reservatório de, Alto de Cotia, o recuo foi de 0,2 ponto percentual.
Após permanecer estável por cinco dias seguidos, o sistema Alto Tietê, que abastece 4,5 milhões de pessoas na região leste da capital paulista e Grande São Paulo, opera nesta quarta com 22,3% de sua capacidade. No dia 14 de dezembro, o Alto Tietê passou a contar com a adição do volume morto , que gerou um volume adicional de 39,5 milhões de metros cúbicos de água da represa Ponte Nova, em Salesópolis (a 97 km de São Paulo).
O nível da represa de Guarapiranga, que fornece água para 5,2 milhões de pessoas nas zonas sul e sudeste da capital paulista, opera com 82% de capacidade. Já o reservatório de Alto de Cotia, que fornece água para 400 mil pessoas, opera com 65,5% de sua capacidade.
O reservatório de Rio Claro, que atende a 1,5 milhão de pessoas, foi o único a ampliar a sua capacidade passando de 47,7% para 47,9%.
A medição da Sabesp é feita diariamente e compreende um período de 24 horas: das 7h às 7h.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV